1× · 6,75 Hz
Componente principal associada à repetição do ciclo de corte.
No ensaio R00061, uma fresa com um único inserto ativo operou a 400 rpm. A aquisição elétrica revelou uma periodicidade dominante de 6,75 Hz, equivalente a aproximadamente 405 rpm, e organizou o esforço de corte em um evento principal por volta.
Este gráfico combina a corrente RMS por ciclo elétrico com a assinatura mecânica extraída do ensaio R00061. O padrão dominante de 6,75 Hz corresponde a aproximadamente 405 rpm na condição programada de 400 rpm.

Reunimos os ensaios R00022 e R00061 em um PDF técnico de apresentação, com gráficos, metodologia, interpretação de processo e referências bibliográficas.
A rotação nominal corresponde a 6,67 rotações por segundo. No sinal medido, a componente dominante apareceu em aproximadamente 6,75 Hz, com período próximo de 148 ms. A diferença é de cerca de 1,3%, mostrando a proximidade entre o comportamento mecânico e a assinatura extraída eletricamente.
| Grandeza | Resultado | Leitura do processo |
|---|---|---|
| Rotação programada | 400 rpm | Condição definida no ensaio de fresamento. |
| Frequência equivalente | 6,67 Hz | Uma volta a cada aproximadamente 150 ms. |
| Frequência encontrada | 6,75 Hz | Periodicidade dominante extraída do sinal elétrico. |
| Rotação equivalente | ~405 rpm | Estimativa obtida da repetição dos picos de carga. |
| Eventos dominantes | 1 por volta | Coerente com a condição de um único inserto ativo. |
O ciclo de carga não é senoidal. Por isso, além da componente principal, surgem múltiplos inteiros da frequência mecânica, formando uma assinatura que descreve a forma do esforço ao longo da volta.
Componente principal associada à repetição do ciclo de corte.
Segunda componente da forma pulsada do esforço.
Continuidade da assinatura periódica do processo.
Componentes próximas de 27,01 e 33,76 Hz completam o perfil observado.
Ao redor dos 60 Hz aparecem bandas próximas de 53,26 e 66,76 Hz. A separação entre elas e a fundamental coincide com os ~6,75 Hz encontrados na rotação equivalente.
Os gráficos abaixo são derivados do ensaio R00061 e mostram, primeiro, a pulsação sincronizada das correntes de fase e, em seguida, a família espectral organizada a partir da periodicidade dominante do processo.


Dez segundos de aquisição a 8 kS/s sustentam análise no tempo, por ciclo de rede, por harmônicas e no plano tempo-frequência, sem lacunas na janela processada.
RMS, frequência e grandezas por fase calculadas em cada um dos 599 ciclos completos.
Reconstrução harmônica com referência de 60,001649 Hz; resíduo RMS das tensões abaixo de 0,2% na janela de 1 s.
Janela de 0,250 s, sobreposição de 75%, resolução de 3,9062 Hz e 157 quadros temporais.
136,8% em I1, 170,8% em I2 e 84,88% em I3, com tensões entre 5,1% e 6,8%.


Em uma campanha específica de desenvolvimento, o caminho de gravação sustentou 180 s de dados sintéticos sem perda, mas a execução real com o ATM90E36A em streaming reproduziu uma falha do cartão SD. A evidência permitiu restringir o problema à convivência entre captura SPI3 e armazenamento SPI2, sem atribuir prematuramente uma causa única.
O mesmo caminho sustentou a vazão sintética e todas as escritas reais estavam alinhadas. A falha apareceu apenas quando o streaming do medidor estava ativo, o que direcionou a investigação para a coexistência entre periféricos, DMA, interrupções, software e possível interferência elétrica.
A campanha mostrou que bytes aceitos pelo FATFS ainda podiam permanecer na área de espera do sistema. A validação passou a separar dados entregues à pilha de arquivos de dados efetivamente sincronizados no cartão.
A primeira alteração proposta remove o DMA apenas do SPI slave do ATM e mantém o cartão inalterado. Se a falha persistir, um ensaio intermediário separa interferência elétrica de processamento SPI/DMA antes de qualquer aumento de buffer ou redução de taxa.
Este bloco documenta uma campanha de desenvolvimento e o método usado para localizar uma falha. Ele não substitui os resultados R00022 e R00061 nem deve ser lido como uma afirmação de defeito vigente em todas as versões do equipamento.
Quando ciclos consecutivos são alinhados pela frequência detectada, as curvas se sobrepõem de forma consistente. Isso permite transformar uma sequência longa em um perfil médio de uma volta e comparar esse perfil entre condições diferentes.
Os máximos das três correntes acompanham a periodicidade da fresa.
O esforço pode ser organizado em uma volta equivalente para observar regiões de maior e menor carga.
O mesmo método permite comparar ferramentas, parâmetros e estados operacionais.
Com campanhas de referência, o Energy Analyzer pode acompanhar mudanças na frequência de passagem, repetibilidade e distribuição do esforço ao longo do ciclo.
Essa base permite desenvolver indicadores para balanceamento entre insertos, evolução de desgaste, engajamento da ferramenta, identificação de estados de operação, comparação de receitas e anotação automática de etapas de usinagem.
A TRL7 pode estruturar a instrumentação, a campanha e a análise para transformar corrente e tensão em indicadores do comportamento da operação.